segunda-feira, 18 de março de 2013

O Risco Vermelho


O rasto das palavras é imenso. Intenso. Porque as palavras conseguem ser imagens, registos, cores e sentidos. Todas juntas, num livro, fazem-nos voar, rir e chorar. Pois foi isso que fez a Mar. Juntou muitas palavras num livro que é ritmado e urgente. Lúcido. Que se lê de um fôlego. Como se não pudéssemos esperar até à próxima página. Chama-se "O Risco Vermelho" e foi agora publicado.  



Diz, no início, que há mulheres irreversíveis. Numa outra circunstância, que não a do livro, ficcional, a Mar é irreversível na minha vida. A ela, muitas felicidades. Que as suas palavras cheguem a muitas pessoas. Que sejam livres como o é a mulher que calça os sapatos vertiginosos. Que caminhem.



PS. E obrigada à Pipinha, pelo bolo maravilhoso. Mais o sortido húngaro que fez as delícias da pequenada. Agora a Pipinha (e não só ;)) ) tem (têm) um rosto. E uma barriga ;). Todas juntas por causa de uma Mar agregadora.

11 comentários:

turistaocasional disse...

Muitas felicidades e sucesso para o livro "O Risco Vermelho".
Que permita muitas celebrações como a que sugere o texto e a imagem do bonito bolo e riscos vermelhos, todos de aprovação. ;-)

Babette, que possas sempre acompanhar de perto e anunciar os sucessos de uma amiga que sei de quem gostas tanto.

Bejinhos

panelasemdepressao disse...

Olá Babette
Foi muito bom ter partilhado aquele momento da Mar e ter descoberto os rostos escondidos nas palavras.
Um abraço de boa semana!
Guida

Ilídia disse...

Querida Babette,

estou tão feliz pela nossa amiga :) Sinto-me como uma criança que espera pelo Pai Natal. Já li algumas páginas e parece-me tão, mas tão bom!
Deve ter sido muito especial, no sábado. É em alturas como esta que sinto o peso da insularidade. Falei com a Mar à noite e ela estava feliz :)

Um beijo,
Ilídia

Bolo ao Cubo disse...

Um momento muito feliz este de ver nascer uma obra, um sonho da Mar a realizar-se e foi muito bom poder estar presente e partilhar-lo com ela, com as pessoas dela. E a isso juntar conhecer a Babette e os seus. Que nos trouxeram uma lembrança tão bonita, para o pequenino Pedro que ainda anda aqui dentro.
Grata eu pelo afecto e simpatia que agora sim, tem um rosto, e mais rostos, os outros rostos que nos completam !
Um beijinho grande depois de um dia que a Mar fez mais feliz !

da Pipinha

Mar disse...

Dás uma cadência às coisas, tu. Moldada pelo afecto. Está certo. Eu não sei se saberei dizer as coisas. Mas, tal como disse no sábado. Quando não sei dizer, escrevo. Como agora.
A começar pela gratidão. Por teres acompanhado este processo. Nada fácil. Cheio de perplexidades. Cheio de momentos de respirar fundo e andar para a frente. No sábado, uma espécie de culminar.
A continuação da gratidão tem a ver com o teres estado também nesse culminar. A acolher. E o meu medo, nesse dia. Como se os vossos rostos o dissipassem. Até que sim.
Obrigada por mais este texto. Vontade de coisas boas, este texto. Apesar dos meus receios.
Poético, um livro. Mesmo que haja muitos. A tal lucidez. Há muitos. E aconteceu este. O que for, agora. Nada a fazer.
Dei-me conta de que terás sido a primeira mulher a ler o livro (depois de mim:). O Pedro Paixão. O Vasco. O Professor Anselmo Borges. O editor. Terás sido a primeira mulher a ler, se calhar. Leste-o no dia. Bom que assim tenha sido.
O irreversível que há na personagem é o que há em cada um de nós: a morte. Há outras coisas. Mas há esse dado. E a consciência disso muda tudo.

A minha homenagem, Babette. À tua amizade. Que eu seja digna.

Um beijo.

Mar

Leonor Cerveira disse...

Olá...
Que excelente aspecto ;).... Beijocas...

http://nacozinhadaleonor.blogspot.pt/

Anónimo disse...
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Maria Jorge disse...

Que boa notícia (inesperada?)vinda da Festa de Babette!
Estou tão curiosa para ler este livro...

Babette disse...

Turista_
Sei que sim. Que ficas feliz por ela e lhe desejas coisas assim. És uma pessoa boa.

Guida:
Foi tão bom dar-te um rosto. Bonito, como o das tuas princesas. Outro abraço. Assim à moda do norte, como sabes...

Ilídia:
Vais gostar muito! É assim aquela escrita cativante, que conhecemos. Foi muito bonito. Pena haver um oceano pelo meio ;(

Pipinha:
Outro dos rostos bonitos que ganhei naquele dia! Tão serena que és. E fazes coisas muito boas. Saborosas e lindas. O Pedro há-de saber que foi a Babette que lhe deu aquele miminho. Pequenino, como ele.

Mar:
A minha Mar ;))) Dizes coisas tão bonitas. Sim, que me envolvi bastante com tudo isso. E eu também tinha todos os teus medos, sem que tu percebesses bem ;) Mas uma certeza de que tudo iria (vai) correr bem. Talvez tenha sido então a primeira mulher a lê-lo! Fico feliz por isso. Mas não foi propositado. Sentei-me no sofá e nem respondia ao Zé quando me falava! Foi assim de um fôlego. Só parei para um chá. E para travar um bocadinho o ritmo, e fazer perdurar o prazer da leitura por mais um bocadinho...

Leonor:
Obrigada

Maria Jorge:
Antecipável, que a Mar teria que fazer algo com as suas belas palavras... O sentido era mesmo esse. Despertar(-vos) a curiosidade!

Babette

Lume Brando disse...

Olá Babette!
Já soube que sábado foi um dia cheio de emoções e descobertas e que o meu beijinho chegou ao destino :)
Fiquei curiosa sobre o livro da Mar, pela tua descrição, apetece mesmo ler (mas fiquei com pena que a Mar tivesse parado com o blog...)
Depois escrevo-te com mais calma e por outra via ;)
Beijos
Teresa

vera ferraz disse...

As coisas que perdemos quando o tempo não estica e não nos deixa sair da toca... Fico contente em saber do livro da Mar, aliás, já me tinha questionado como é que uma pessoa como ela não tinha passado aqueles textos maravilhos para o papel!